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Anitta dá largada aos Ensaios 2026

De MPB a Rock Nacional, confira quais atrações já estão na agenda de 2025 do Salão Iguatemi

Anitta dá largada aos Ensaios 2026
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André Bertoldi revela a alma do seu álbum de estreia com os singles “Bem Me Quer” e “Doce Desastre”
Com o lançamento de “Bem Me Quer” , André Bertoldi não apresenta apenas um novo single — ele entrega um manifesto sonoro que, segundo o próprio artista, aponta a bússola para a direção musical de sua nova fase. Pensada como a peça central de seu primeiro álbum de estúdio , a faixa se destaca pela proposta ousada: transformar o clássico jogo infantil do “bem me quer, mal me quer” em uma reflexão madura, profunda e sensível sobre a incerteza do amor . O resultado é uma obra de


“Terapia”: Lux The Lion oferece um refúgio musical com sensibilidade, calma e a força do simples.
Em “Terapia”, Lux The Lion oferece algo raro na música contemporânea: uma faixa que abre espaço para o ouvinte respirar. Gravada recentemente e compartilhada com a mesma despretensão que molda sua essência, a canção nasce da ideia de que, diante de tantas possibilidades, seguimos escolhendo o simples — não por falta de opção, mas porque é ali que a vida realmente acontece. Lux transforma essa percepção em música com uma maturidade poética que cresce a cada audição. A atmosfer


“Dimora”: 4Grigio transforma uma noite insone em uma ballad etérea e universal com piano e cordas.
“Dimora” é o tipo de faixa que não nasce apenas da inspiração — nasce de um estado de espírito. Criada durante uma noite insonne, ela carrega consigo aquela qualidade etérea e introspectiva típica dos momentos em que o silêncio pesa mais que as palavras e o céu parece maior do que tudo. 4Grigio, com sua sensibilidade de cantautor italiano, transforma essa experiência íntima em uma ballad que ressoa como um sussurro universal: pequena em gestos, imensa em significado. A tradi


“Obvious”: Red Skies Dawning acerta ao fundir brutalidade técnica e emoção cinematográfica no alt-metal.
“Obvious”, faixa do EP de estreia From Ashes , apresenta Red Skies Dawning como um nome capaz de equilibrar brutalidade, atmosfera e emoção com uma precisão que poucos projetos novos alcançam tão cedo. A banda mergulha no alt-metal contemporâneo com a mesma sensibilidade sombria que guia nomes como Bad Omens, Dayseeker e Sleep Token, mas já imprime uma identidade clara, pulsante, marcada pela fusão de peso técnico e narrativa emocional. A música nasce de um ponto de ruptura —


“I Wish I Knew”: Eyal Erlich entrega uma confissão sincera no limite entre o adeus e a memória.
“I Wish I Knew”, de Eyal Erlich, nasce com a respiração curta de quem tenta falar no exato momento em que tudo está se desfazendo. A música se apoia em uma vulnerabilidade tão nítida que parece palpável, como se cada verso carregasse a marca de um amor que não encontrou caminho de volta. A voz de Eyal chega com uma mistura rara de dor e clareza. Ele canta como quem encara uma verdade inevitável: o coração às vezes perde batalhas silenciosas que ninguém vê. Há um tremor conti


“Cobra”: Janiq entrega um single quente, esperto e cheio de presença no melhor veneno pop.
“Cobra” acende imediatamente aquela faísca clássica do pop que mistura perigo, charme e sedução. Janiq entra nesse single com a postura de quem domina o jogo — voz firme, atitude afiada e uma confiança que se encaixa com perfeição na proposta da faixa. O resultado é uma música que gruda pela personalidade antes mesmo de grudar pelo refrão. A produção traz um brilho moderno sem abandonar o calor old-school que o release promete. É um pop que se move com sangue quente: batida


Em “Tá Tudo Bem”, Rese entrega uma faixa que irradia exatamente o que promete: luz.
Nascida no cruzamento entre o pop rock moderno e sutis influências do country americano, a nova faixa de Rese, “Tá Tudo Bem”, se apresenta como um abraço sonoro — firme, acolhedor e cheio daquela energia que lembra estrada aberta, vento no rosto e a sensação de que, apesar de tudo, o horizonte continua ali esperando por nós. O artista acerta ao construir uma ponte sonora que une a urgência do pop-rock com a melancolia calorosa do country, resultando em uma identidade única e


Siren Heroine – Siren cria um abismo azul onde música vira sensação
Em Siren Heroine , Siren transforma uma canção em território emocional — um lugar submerso, escuro e sedutor, onde cada camada sonora puxa o ouvinte para mais fundo. Totalmente escrita e produzida pela própria artista, a faixa mergulha no arquétipo da sereia com maturidade estética e personalidade própria: é misteriosa, sensual, ritualística e carregada daquela atmosfera cinematográfica que só existe quando a gente escuta de olhos fechados. A base pulsa como maré. O baixo pro


Sergio Froes desacelera o tempo em “Por Que Não Somos Eternos” e entrega uma das faixas mais sensíveis do ano
Sergio Froes retorna com “Por Que Não Somos Eternos”, uma daquelas canções que chegam sem pressa, mas ocupam o ambiente inteiro com uma sensibilidade que poucos artistas contemporâneos conseguem acessar. O single se destaca justamente pela inversão do óbvio: ao invés de buscar grandeza na explosão, Froes encontra força no silêncio, no detalhe, na vulnerabilidade que não precisa se justificar para existir. A faixa parece nascer de um sopro íntimo, desses que vêm quando a vida


Joshua Jamison ilumina diferentes faces da emoção em “The One in Front of You” e “Fifteen”
Joshua Jamison vive um daqueles momentos raros na carreira em que cada lançamento parece iluminar uma nova faceta de sua sensibilidade artística. Com “The One in Front of You” e “Fifteen”, o artista constrói um retrato amplo e profundo de sua identidade sonora, revelando tanto o intimismo delicado quanto a força emocional marcada pelo tempo. São duas faixas distintas, mas que dialogam entre si com uma naturalidade impressionante, como se fossem capítulos diferentes de uma mes


Hallucinophonics transforma o caos existencial em arte épica com “At the Edge of Everything and Nothing”
Com “At the Edge of Everything and Nothing” , a Hallucinophonics entrega uma das experiências mais grandiosas e catárticas do pop-rock contemporâneo. A faixa é um verdadeiro manifesto sonoro — uma viagem que atravessa o humano, o espiritual e o cósmico com a intensidade de um hino. É música feita para sentir com o corpo, mas também para pensar com a alma. Desde os primeiros segundos, a canção revela sua natureza expansiva. As guitarras aparecem como colunas de energia, firmes


ObeyTheAlgorithm redefine o futuro da música latina com “Algoritmo” — o encontro entre emoção e código
Com “Algoritmo” , ObeyTheAlgorithm não apenas lança uma faixa — lança um manifesto sonoro sobre o presente e o futuro da música latina. O projeto, que une pulsação humana e precisão digital, cria uma experiência que é ao mesmo tempo quente e cerebral, orgânica e sintética. O resultado é um som que desafia rótulos e inaugura uma nova era para o reggaeton futurista: um território onde o corpo dança, mas a mente reflete. Desde o primeiro compasso, “Algoritmo” se impõe com uma p


Peggy James olha para o futuro com o coração no passado em “Eyes on the Horizon”
Em “Eyes on the Horizon” , Peggy James entrega uma daquelas faixas que não se escutam apenas com os ouvidos — mas com a alma. A canção é um retrato delicado e vibrante das memórias da artista, que transforma lembranças em arte, e experiências pessoais em poesia sonora. Com uma estética que honra as raízes do folk norte-americano, Peggy nos conduz por uma jornada onde cada acorde é uma lembrança, e cada verso, uma confissão. Desde os primeiros segundos, a faixa revela sua alma


Billy Ray Norris transforma dor em arte com “Did Forever Pass Away” — um retrato sonoro de rara sensibilidade
Em um cenário musical saturado por fórmulas previsíveis, Billy Ray Norris surge com “Did Forever Pass Away” — uma canção que parece suspensa no tempo, guiada por uma força emocional quase mística. O artista entrega uma obra que transcende o simples formato de música e se aproxima de algo maior: um registro íntimo, humano e profundamente artístico. Logo nos primeiros acordes, é possível perceber o cuidado com que Norris constrói sua narrativa. A base folk de aura clássica se


Alpaca-in-Chief conecta passado e futuro na hipnótica “Launch the Inquiry”
Em “Launch the Inquiry”, o projeto Alpaca-in-Chief mostra mais uma vez sua habilidade em navegar por diferentes universos sonoros sem perder a coerência artística que vem marcando sua trajetória. A faixa surge como uma peça instigante dentro do repertório do artista, apontando tanto para um olhar nostálgico quanto para um espírito inovador — uma ponte entre o passado e o futuro da música alternativa contemporânea. Desde os primeiros segundos, é possível sentir o caráter “old
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